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The Vocabulaire européen des philosophies. Dictionnaire des intraduisibles defines intranslatability as “what one does not cease to (not) translate”. A paradigmatic example of a text continuously translated since the second half of the twentieth century, is the foundational essay of modern translation theory, “The translator’s task” by Walter Benjamin. Starting with a brief overview of 27 Ibero-Romance, Italian, English and French translations since 1962, with special emphasis on the Brazilian case, this paper will offer a reflection on the issues of translatability and intranslatability in Walter Benjamin. Some of “The tranlator’s Task”’s more complex passages will be analyzed to illustrate how Benjamin’s theory attempts to reframe the idea of the original through the notion of translation as a “continuum of transformations.” It will be argued that the concept of “pure language” can be understood as a strategic essentialism, a discursive tool for negotiating between the translatable and the untranslatable. O Vocabulaire européen des philosophies. Dictionnaire des intraduisibles define a noção do intraduzível como “aquilo que não cessamos de (não) traduzir”. Um exemplo paradigmático de um texto continuamente traduzido desde a segunda metade do século XX é o ensaio fundacional da teoria da tradução moderna, “A tarefa do tradutor” de Walter Benjamin. A partir de um breve panorama de 27 traduções ibero- -românicas, italianas, inglesas e francesas, desde 1962 e com especial ênfase no caso brasileiro, este estudo pretende oferecer uma reflexão em torno às questões de tradutibilidade e intradutibilidade em Walter Benjamin. Analizar-se-ão algumas das passagens mais complexas da Tarefa para ilustrar como a teoria benjaminiana tenta resignificar a ideia do original a partir da noção de um “continuum de transformações”. Argumentar- -se-á, também, que o conceito da “pura língua” pode ser entendido como um essencialismo estratégico, uma ferramenta discursiva para negociar entre o traduzível e o intraduzível.
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Silvia Bermúdez's fascinating study reveals how Spanish popular music, produced between 1980 and 2013, was the first cultural site to engage in critical debate about ethnicity and race in relation to the immigration patterns that have been changing the social landscape of Spanish society since the late 1970s.
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A New History of Iberian Feminisms is both a chronological history and an analytical discussion of feminist thought in the Iberian Peninsula, including Portugal, territories of Span, and the Basque Provinces, Catalonia, and Galicia, from the eighteenth century to the present day.
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Abstract: In the world of Mexican poetry of the 20th and 21st centuries an intense melancholy can be seen. Poets such as Ramon López Velarde, Xavier Villaurrutia, Efraín Huerta, Jaime Labastida, Francisco Hernández or Marco Antonio Campos, among others, may be clearly set into this poetic mode. Each one of these authors has dealt with one or several of the many expressions related to melancholy, from tedium to erotic impulse, patriotic passion or more often, anguish provoked by illness, suicide and death. Given my belief that Jaime Sabines’work springs from melancholic humor, particularly from some of its symptoms described in philosophy, sociology or anthropology, and since this may explain his retreat from writing quite a few years before his death, this article approaches Sabines´ poetry taking into account some of the most relevant and well-known studies on melancholy (Agamben, Bartra, Paz, Castro Santiago or Arancibia). Resumen: En el mapa de la poesía mexicana de los siglos XX y XXI se aprecia una intensa presencia del carácter melancólico. En esta línea podrían ubicarse Ramón López Velarde, Xavier Villaurrutia, Efraín Huerta, Jaime Labastida, Francisco Hernández o Marco Antonio Campos, entre otros. Cada uno de estos autores ha poetizado algunas de las múltiples caras de la tristeza, desde el tedio y el abatimiento hasta la exacerbación erótica, la pasión patriótica o, más frecuentemente, la angustia por la enfermedad, el suicidio y la muerte. Dada mi convicción de que la obra de Jaime Sabines es fruto del humor melancólico –en particular de algunas de las manifestaciones de éste descritas desde la filosofía, la sociología y la antropología– y puesto que puede explicar su casi completa renuncia a la creación poética bastantes años antes de su muerte, este trabajo lee al autor chiapaneco a la luz de algunos destacados estudios sobre la melancolía (Agamben, Bartra, Paz, Castro Santiago o Arancibia).
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[A1] La propuesta de la presente ponencia es la de realizar un abordaje del poemario Praga (1982) del escritor Manuel Vazquez Montalbán (1939-2003), a partir del rastreo del vínculo entre poesía y memoria. La alusión lateral a un episodio central de la historia europea del siglo XX, la invasión de Praga por parte de la Unión Soviética y sus aliados del Pacto de Varsovia, hecho que pondría fin a la etapa de apertura política y liberalización reformista que propiciaba un socialismo con rostro humano” conocido como la Primavera de Praga (1968), permite al autor catalán llevar adelante una reelaboración del pasado a través de un viaje por la memoria personal y por la memoria histórica conjugando racconto biográfico con análisis político, tono confesional con distancia crítica. Como muchas de las obras de nuestro autor, Praga es un libro inclasificable —poema-libro” o “libropoema” (Manuel Rico); “monólogo” o “dilatada meditación” (Lluis Izquierdo)— que convierte a la capital de la actual República Checa en un auténtico “sitio de memoria”(Pierre Nora).
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A visibilidade da poesia de cordel esteve, tradicionalmente, associada às imagens masculinas, dotadas de discursos conservadores. O que não significa que as mulheres estavam ausentes deste universo literário, mas seus trabalhos não alcançavam a mesma projeção daqueles produzidos pelos homens. Apesar de, atualmente, termos proposto reflexões acerca da representatividade das mulheres em eventos, feiras, publicações e o reconhecimento da importância das poesias feitas por mulheres, ainda há constantes referências às mulheres de forma estigmatizada nos folhetos – nos versos, nas capas, nas palestras…
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Este livro reúne estudos de caso e reflexões teórico-conceituais que nasceram de investigações desenvolvidas por pesquisadores dos núcleos de estudos Tramas Comunicacionais e Neepec, inseridos na linha de pesquisa Textualidades Mediáticas do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade Federal de Minas Gerais. As pesquisas aqui reunidas têm como objeto emergências de questões de gênero a partir de diferentes mídias e processos comunicacionais (revistas, jornais impressos, cordel, telejornais, filmes, aplicativos, redes sociais, entre outros) , buscando desenvolver e revisar criticamente diferentes perspectivas discussões teórico-metodológicas implicadas.
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A. O'Neill (1924-1986), Portuguese writer and poet
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Em 1971, saía no Funchal um livro de Liberto Cruz (1935), Gramática Histórica, que se propunha desconstruir paródica e satiricamente a linguagem e a ideologia do regime salazarista. A obra, como nos lembra o autor na edição de 2007, esgotou numa semana. Quando a crítica oficial se apercebeu do registo subversivo dos textos, já todos os exemplares estavam nas mãos de "atentos e desobedientes leitores" (Cruz, 2007: 10), como se lê no apontamento introdutório da edição de 2007, assinado por Liberto Cruz, que opta por um título muito oportuno, porque abrange os leitores que necessitam da nota para compreenderem o contexto em que surgiu o livro, mas também visa aqueles leitores que conhecem já a história deste livro: "Nota desounecessária dos autores" (entenda-se: "desnecessária", "ou necessária"), porque na primeira edição o autor oculta a sua identidade sob um pseudónimo: Álvaro Neto, que, em 1966, no segundo e último caderno da Poesia Experimental, aparece como autor de vários poemas.
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No mundo ocidental, são muitas as vozes que nos vão lembrando, de tempos a tempos, que já não sabemos encarar a morte com frontalidade e dignidade. Assumiu-se que falar da morte é produzir uma dor ou um mal-estar que colidem com os valores da nossa sociedade, cada vez mais voltada para o culto da beleza e da eterna juventude. Até sensivelmente às décadas de 70 ou 80 do século passado, a sociedade portuguesa, sobretudo a mais rural, não escondia dos mais novos as doenças, o envelhecimento e a morte dos entes queridos, e o cancioneiro infantil e juvenil era uma das grandes expressões e uma das fontes de todos estes temas. Hoje, estas são questões praticamente silenciadas, dir-se-ia até proibidas, e por isso muitas crianças são educadas sem o conhecimento da morte. Partindo destes pressupostos, abordaremos neste artigo a questão da morte na poesia oral e tradicional infantil portuguesa moderna e contemporânea. Veremos, em particular, se a morte aparece mais como personagem ou mais como acontecimento, refletiremos sobre os seus tipos e as suas incidências semânticas, simbólicas e pragmáticas, e discutiremos se vale a pena trazer estes textos para o contexto educativo.
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