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Asomarse a la escritura de Francisco Hernández (San Andrés de Tuxla, 1946) significa descubrir los infinitos matices del sufrimiento del artista en una gama tan amplia como la que va del escueto aforismo al poema en prosa. Desde su primer libro, aparecido hace ahora cuarenta años, el autor ha ido conformando el discurso poético más atormentado e inquietante de su generación. Y también uno de los más polifónicos.
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Desde que Serge Doubrovsky definiu na súa novela de 1977, Fils, a categoría “autoficción” até a súa recuperación serodia desde o ámbito da narrativa –revisada na península por teóricos como J. M. Pozuelo Yvancos ou Manuel Alberca–, son múltiplas as aplicacións e reflexións arredor desa modalidade pretendidamente transxenérica. Certas modulacións presentes no discurso poético, como a aparición do nome da autora ou un entretecido poemático de datos procedentes da súa biografía, permiten trasladar esa tensión entre o biográfico e o ficcional aos textos.
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En una reflexión general sobre los procesos y prácticas culturales emergentes, Wlad Godzich subrayó la imposibilidad de estudiarlos de acuerdo con las categorías hegemónicas y convencionales, para las que en realidad suponen un desafío. La delimitación de la noción de poesía en nuestro tiempo, habida cuenta de su estatus multifuncional e inestable, es una tarea compleja. Refiriéndonos a la hibridación genérica y discursiva podríamos condensar la mayor parte de sus reformulaciones, causadas también por la aceptación de lo popular, lo masivo o lo tecnológico, y por la potencialidad crítica de la subjetividad y el sujeto. En línea con lo señalado por Godzich, tales cambios exigen nuevas perspectivas y metodologías de análisis, que vayan más allá de las derivadas de genologías de base apenas textual. Las poéticas que son objeto de estudio en este libro no serán acotadas en términos lingüísticos, nacionales o interartísticos; de forma correlativa, se presta atención a sistemas de significación no (solo) verbales, al acoger análisis sobre prácticas performativas, grafiti e intervención, poesía fractal o formatos televisivos, privilegiando siempre la investigación de su incidencia como interacción y mediación pública, además de sus efectos socio-políticos.
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Para começar a falar de “contaminações”, vou relatar uma viagem e uma performance que realizei. No dia 22 de junho de 2007, contrariando todos os conselhos de amigos, médicos e parentes, peguei um avião de Paris para Kiev, na Ucrânia, e de lá parti de carro, com um guia e mais duas pessoas, para Pripyat, a cidade fantasma onde houve em 1986 a famosa catástrofe de Chernobyl. Era uma viagem cheia de riscos, claro. Na cidade, a mais afetada pelo acidente, não se pode morar, não se pode comer, não se pode ficar muito tempo. Ali estávamos expostos a uma média de 130 microroentgens por hora de radiação gama, proveniente do césio que paira no local. Isso nos permitiria ficar, no máximo, duas horas. Ficamos quase seis. Apesar de não ser uma cidade propria mente turística, a arquitetura uniforme, remanescente do antigo bloco comunista, os edifícios em ruínas e de arestas enferrujadas, os objetos contaminados, deixados pelos mora dores há vinte anos, as ruas invadidas pelo mato causavam um estranho fascínio. Em determinado momento, avisei que eu precisaria me afastar do grupo e, diante do Palácio da Cultura, bem no centro da cidade, realizei a primeira (e provavelmente única edição da) Conferência poético-radioativa de Pripyat. A conferência contava com abertura solene, leitura de poemas meus e de Paul Dehn “poeta que escreveu sobre e sob a era atômica” e com o “abandono” de alguns livros no lugar. Ali, na solidão daquela conferência de um homem só, a milhares de quilômetros de qualquer coisa familiar, circundado pelo silêncio do fim do mundo, eu fazia, ainda que sem saber, um hino às contaminações, além, claro, de me contaminar, tornando-me, provavelmente, o primeiro poeta radioativo do mundo. Sim, haviam me alertado do risco de desenvolver um câncer ou gerar um filho anormal. Mas pergunto: não faria isso também parte da performance?
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During the twentieth century, two movements in Cuban art played a critical role in creating an expanded space for societal debate and cultural expression: the artistic avant-garde and the Afro-Cuban movement. Initially flourishing in the late 1920s and early 1930s, these collective efforts took on new forms in the changed environment after 1959. After the Revolution, conditions for cultural production changed with the official position that art should serve ideological functions, but both avant-garde and Afro-Cuban production continued, at the risk of conflict with the state. In the face of a restrictive state that sought to control such expressions, the Afro-Cuban movement and avant-garde art collectives developed along parallel, and sometimes intersecting, lines.
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